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COMO CONTROLAR O COLESTEROL ALTO COM ALIMENTOS SAUDÁVEIS
06 Dez

A solução para o colesterol alto não se concentra nas pílulas. Aprenda a montar pratos saudáveis e fique longe ou menos dependente da farmácia.
Associar hábitos alimentares saudáveis à prática regular de exercícios físicos é capaz de manter as taxas de colesterol bom (HDL) e ruim (LDL) em perfeito equilíbrio, afastando o risco de infarto e derrame cerebral, além de outras doenças como o Mal de Alzheimer. 
ALIMENTOS AMIGOS
PEIXES: excelente fonte de ácido graxo ômega 3, um tipo de gordura boa, do tipo insaturada, encontrada nos peixes de água fria, como salmão, atum e truta. 
AVEIA: além das fibras insolúveis, a aveia contém uma fibra solúvel chamada betaglucana, que exerce efeitos benéficos ao nosso organismo. Ela retarda o esvaziamento gástrico, promovendo maior saciedade, melhora a circulação, controla a glicemia (açúcar no sangue) e inibe a absorção de gordura (colesterol). 
OLEAGINOSAS: nozes e castanhas apresentam grande quantidade de antioxidantes, responsáveis por combater o envelhecimento celular e prevenir doenças coronárias, além de diversos tipos de câncer. Além da arginina, que atua como importante vasodilatador, contribuindo para a redução do risco de desenvolvimento de doenças do coração.
CHOCOLATE AMARGO: o chocolate amargo pode fazer parte da sua dieta, porque é rico em flavonóides (substâncias que diminuem o LDL). 
AZEITE: é fonte de ácido oleico, que regula as taxas de colesterol e protege contra doenças cardíacas. Faz bem ao aparelho cardiocirculatório e para controlar o diabetes do Tipo 2, reduzindo a taxa glicêmica. É também uma grande fonte de antioxidantes, como a vitamina E.
ALCACHOFRA: tem fibras resistentes à ação de enzimas e por isso apresentam muitas vantagens, entre as quais: diminuição dos níveis de colesterol e triglicérides sanguíneos ; redução do risco de obesidade e diabetes, fatores de risco para a saúde do coração
LARANJA: não é boa só para gripes e resfriados. contém flavonoides, substâncias antioxidantes que diminuem os níveis de LDL (colesterol ruim) no organismo, pois limitam a absorção do colesterol no intestino.
VINHO: a ingestão moderada da bebida (uma a duas doses por dia) promove elevação de aproximadamente 12% nos níveis de HDL, colesterol bom. Os flavanoides presentes na bebida possuem propriedades antioxidantes, vasodilatadoras e anti-coagulante plaquetária.
LINHAÇA: A semente é um dos alimentos mais ricos em ômega 3, por isso, é responsável por prevenir doenças cardiovasculares, e evitar coágulos ao diminuir as taxas de colesterol total e de LDL colesterol (ruim) e aumentar as de HDL colesterol (bom). 
CANELA: consumir meia colher de sopa por dia é recomendável pela ação dos antioxidantes presentes nela.
SOJA: além de ajudar a controlar problemas hormonais para as mulheres que estão na menopausa, a soja é uma excelente opção para quem quer proteger o coração..
CHÁ: principalmente o chá verde, pois os flavonoides, encontrados nesse tipo de chá, funcionam como antioxidantes e ajudam a prevenir a inflamação dos tecidos. Estas substâncias também podem proteger contra a formação de coágulos, que são as principais causas de ataques do coração.
(Fonte: www.minhavida,com.br;  Ana Maria Figueiredo Ramos, nutricionista da Unifesp)

O QUE OS HOMENS DEVEM COMER PARA FICAREM MAIS ATRAENTES - SEGUNDO A CIÊNCIA
31 Ago

Estudo diz que o odor tem um efeito sobre a atração que exercem sobre o sexo oposto.
Não são poucos os estudos que destacam os benefícios para a saúde de se comer frutas e verduras. Mas uma nova pesquisa traz um argumento a mais em favor dos alimentos saudáveis: os homens ficam mais atraentes.
Segundo pesquisadores da Universidade de Macquarie, na Austrália, as mulheres preferem o cheiro dos homens que consomem mais frutas e vegetais, contra aqueles cuja dieta está majoritariamente baseada em carboidratos refinados, como pães e massas.
"Sabemos há bastante tempo que o cheiro é um componente importante da atração, especialmente para as mulheres", disse Ian Stephen, autor da pesquisa, à rádio americana NPR.
Do ponto de vista evolutivo, o cheiro que emana da transpiração é um sinal sobre o estado de saúde do indivíduo e isto pode influenciar na atração que uma pessoa exerce sobre outra.
CARBOIDRATOS SÃO MENOS ATRAENTES
Para colocar em prova a hipótese, Stephen e sua equipe recrutaram um grupo de 43 homens entre 18 e 30 anos, e avaliaram primeiro a cor de sua pele.
A cor, dizem pesquisadores, reflete os alimentos que consumimos, já que quando comemos vegetais coloridos, nossa pele têm tons mais próximos dos carotenoides, que são os pigmentos que dão aos alimentos sua cor vermelha, laranja e amarela.
Depois de completar uma série de questionários sobre seus padrões de alimentação, os homens receberam camisetas limpas para usar enquanto faziam exercício (sem usar desodorante ou algum tipo de colônia).
As camisetas foram apresentadas depois a um grupo de dez mulheres, que as descreveram em função da atração, intensidade do odor e da percepção do estado de saúde da pessoa.
Apesar de ser um grupo pequeno, as respostas foram consistentes: os resultados determinaram que os homens que consumiam mais frutas e vegetais eram mais atraentes.
Os que seguiam uma dieta com base majoritariamente em carboidratos se mostraram os menos atraentes. Já aqueles que consumiam mais carnes não variavam quanto ao nível de atração, mas emanavam um cheiro "mais poderoso", disseram as mulheres que participaram do experimento.
TRANSPIRAÇÃO X HÁLITO
Os odores analisados foram produzidos pela transpiração e não pelo hálito, que também muda de acordo com o que comemos.
A transpiração, diz o pesquisador, não tem necessariamente mau cheiro.
O odor surge quando as bactérias de nossa pele metabolizam os compostos que produzem nossas glândulas sudoríparas.
"A bactéria que vive na sua pele digere estas substâncias químicas. O que cheira mal é essencialmente a metabolização das bactérias e isto é afetado pelo que você come", explicou Stephen.
"A atração está muito relacionada à saúde e se você quer ser mais atraente, há coisas que você pode fazer", disse o pesquisador no site neozelandês Stuff.
"E essas são as mesmas coisas chatas que sempre dizem os médicos: comer frutas e vegetais e fazer exercício".
(Fonte: bbcbrasil.com)

POR QUE O FEIJÃO FAZ TÃO BEM À SAÚDE
24 Jul

Com cerca de 14 variedades - todas com grande valor nutricional - essa leguminosa (uma das mais ricas fontes de ferro) faz parte do item básico na refeição do país, sendo os tipos preto, carioca, branco e azuki os mais conhecidos. 
CARACTERÍSTICAS 
"O feijão é fonte de vitaminas B1, B2, B3 e B9 (que colaboram para o bom funcionamento do sistema nervoso e da medula óssea); em proteínas e minerais (potássio, ferro, fósforo, cálcio, cobre, zinco e magnésio) e lisina, aminoácido que contribui para o crescimento de crianças e adolescentes, essencial, mas que o corpo não produz", explica a nutricionista especializada em emagrecimento Sheila Basso.
A pouca quantidade de calorias (apenas 95 em uma concha cheia) aliada à sensação de saciedade é outro fator que conta a favor do feijão. No estômago, suas fibras formam um gel e, desta forma, permanecem mais tempo resultando em um tempo maior para que a sensação de fome se manifeste.
Benefícios ao trato digestivo, à saúde bucal e prevenção de diversas doenças. Confira as razões para não abrir mão do feijão nas refeições:
ARROZ COM FEIJÃO: DUPLA DINÂMICA QUE NÃO ENGORDA
A endocrinologista Ellen Simone Paiva alerta que, nutricionalmente, arroz e feijão são alimentos complementares. O arroz tem um aminoácido que o feijão não apresenta e o feijão dispõe de um outro que não está presente no arroz. Quando consumidos juntos, os dois grãos originam uma proteína de excelente qualidade nutricional, equivalente à encontrada, nas carnes. Além do valor nutricional, a ingestão do arroz com feijão proporciona uma saciedade de longa duração, muito diferente do hambúrguer, por exemplo, que nos faz sentir empanturrados e, em pouco tempo, nos causa fome, novamente. E para os muito preocupados com o peso, uma ótima notícia: o arroz com feijão é pouco calórico e não engorda. 
Misturado com arroz, na salada, no copinho ou numa farta feijoada, o feijão é um alimento riquíssimo de sabor e de nutrientes, que todo brasileiro ama. O consumo diário desses alimentos também ajuda a prevenir doenças. "A fibra do arroz e a do feijão reduzem o risco de distúrbios cardiovasculares, diabetes, câncer de cólon e ainda contribuem para um melhor funcionamento do intestino", acrescenta Sheila.
BENEFÍCIOS DO CONSUMO DE FEIJÃO 
FONTE DE VITAMINAS DO COMPLEXO B – O feijão evita o cansaço, fadiga, alterações no humor e distúrbios neurológicos causados pela falta de vitaminas do complexo B no organismo.
COMBATE A ANEMIA – O consumo de feijão evita a anemia ferropênica, ou seja, a anemia por deficiência de ferro. Se combinado a alimentos que contenham vitamina C, como laranja, o organismo absorve ainda mais o mineral.
FONTE DE POTÁSSIO – Por ser rico em potássio, o feijão colabora para a saúde do coração, além de contribuir para o relaxamento muscular, evitando cãibras, antes ou depois de atividades físicas.
EVITA CÁRIES – A união do arroz e o feijão proporciona uma dose diária de flúor que pode ajudar no controle de cáries nos dentes, já que eles absorvem melhor o flúor presente na água tratada.
EVITA PRISÃO DE VENTRE – A alta concentração de fibras do feijão colaboram para o melhor funcionamento do sistema digestivo, facilitando o trânsito intestinal. 
CONTROLA OS PICOS DE AÇÚCAR NO SANGUE – Mais um benefício das fibras do feijão: elas evitam que o açúcar entre rapidamente na corrente sanguínea, mantendo as taxas de glicose ideais.
(Fonte: conquistesuavida.com.br)  

 

AFINAL, LEITE FAZ BEM OU NÃO?
18 Jul

ESPECIALISTAS DEBATEM

“Desde que você se conhece por gente, o leite tem sido utilizado na alimentação humana como fonte de proteínas, gordura, energia e outros elementos essenciais para o melhor funcionamento do corpo”, afirma Júnio de Paula, pesquisador do Instituto de Laticínios Cândido Tostes.
Apesar disso, alguns médicos dizem que ingerir leite e seus derivados pode gerar um série de doenças como rinite, bronquite, alergias de pele, ansiedade e outras. Já outros nutricionistas afirmam que o leite é um composto essencial na alimentação humana e animal.
Em entrevista ao Metro Jornal, o introdutor da chamada “nutrição funcional” no Brasil, Gabriel de Carvalho, afirma que retirar o leite da dieta pode trazer benefícios, mas que os males trazidos pelo leite são provenientes do consumo excessivo ou mesmo da hipersensibilidade a seus componentes.
Contrapondo a essas afirmações, a nutricionista Cecília Gravatá e o especialista Júnio de Paula identificam os benefícios do alimento.
PRÓS
O leite de vaca apresenta cerca de 3,2 a 3,5% de proteínas e sua elevada qualidade é atribuída à diversidade de quantidades apreciáveis de aminoácidos essenciais, que não sintetizamos normalmente, mas devemos consumir na alimentação.
A utilização da lactose pelo intestino resulta na produção de ácido lático e na diminuição do pH que melhoram a absorção de cálcio e promovem o desenvolvimento de bactérias láticas que inibem o desenvolvimento das bactérias patogênicas.
Os lácteos representam a melhor fonte de cálcio dietético, o que beneficia a saúde óssea e dos dentes. Além do alto valor nutricional, o leite também contém componentes com propriedades funcionais.
Por causa da sua composição de ácidos graxos, a gordura do leite possui sabor e aroma superior em relação a outras gorduras e também são precursores de compostos aromáticos.
Quando bem tolerado, o leite de vaca representa uma importante fonte de nutrientes para a dieta humana, especialmente devido à sua composição proteica e mineral.
CONTRAS
Nenhum mamífero adulto foi programado biologicamente para beber leite, só o humano inseriu isso em seu cotidiano. Existem inúmeros estudos dos efeitos maléficos que o consumo de leite gera, como o aumento do risco de desenvolver câncer de mama e de próstata.
Pesquisas pontuam o desenvolvimento de doenças neurológicas causadas pelo consumo excessivo de leite, como o Mal de Parkinson, por exemplo.
Aqueles que apresentam hipersensibilidade às proteínas presentes no leite podem sofrer com dores de cabeça, rinite e sinusite, entre outras patologias.
Segundo o nutricionista Gabriel Carvalho, o leite pode causar alterações de humor, imunológicas – como esclerose múltipla –, alergia de pele e doenças inflamatórias como artrite reumatóide.
Alguns pacientes reclamam de dores intestinais, inchaço e formação de gases depois do consumo do leite. Isso geralmente está ligado aos efeitos de seus componentes em determinados tipos de organismo.
INTOLERÂNCIA À LACTOSE
Segundo Júnio de Paula, as pessoas que têm esse problema não conseguem absorver a lactose – açúcar presente no leite. Isso porque o duodeno produz lactase [enzima responsável pela quebra e absorção do componente] em baixas quantidades, o que gera essa deficiência ao organismo.
Existem basicamente três tipos de intolerância: a primária, que é causada pela redução da produção de lactase em função da idade; a predisposição genética, que geralmente está presente em pessoas negras, asiáticas e indígenas; e a intolerância secundária, que pode ser provocada por sequelas de infecções gastrintestinais, cirurgias ou verminoses.
TRATAMENTO
Primeiramente, é recomendado retirar os produtos derivados do leite da dieta. Para aqueles que não conseguem, dependendo no nível de deficiência da enzima, é possível optar pelas pílulas de lactase, ingeridas para suprir as necessidades do organismo, que “é a forma mais adequada devido à importância nutricional deste alimento”, explica Júnio.
O leite de soja, de amêndoas, de arroz e de aveia, por exemplo, servem como substitutos nutricionais para o leite de vaca comum.
(Fonte: metrojornal.com.br)